Lula destaca papel do Estado na promoção da leitura no Dia do Livro

Por Redação
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Lula Celebra o Dia Mundial do Livro com Ações para Fortalecer a Leitura no Brasil

Na última quinta-feira, 23 de abril, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou de uma cerimônia em Brasília, no Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB), em comemoração ao Dia Mundial do Livro. O evento foi uma oportunidade para o presidente entregar o 9º Prêmio Vivaleitura, que homenageia projetos significativos na promoção da leitura em todo o território nacional.

Durante a cerimônia, Lula assinou a portaria interministerial que institui o novo Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL) 2026–2036. Esse plano tem como objetivo consolidar e expandir políticas públicas que incentivem o hábito da leitura. Em um discurso marcado pela acessibilidade, Lula destacou a importância do aplicativo MEC Livros, uma biblioteca digital que disponibiliza obras literárias gratuitamente. “Ninguém vai comprar um livro se não tiver dinheiro. Nós temos que fazer as pessoas lerem, mesmo que não possam comprar um livro,” afirmou o presidente, ressaltando a função do Estado em garantir o acesso à cultura.

O ministro da Educação, Leonardo Barchini, também fez menção ao aumento significativo na compra de livros pelo governo, destacando que, enquanto no governo anterior foram adquiridos 29 milhões de livros, já foram comprados 84 milhões sob sua gestão. Por sua vez, a ministra da Cultura, Margareth Menezes, trouxe à tona dados que mostram um crescimento de 3 milhões de consumidores de livros no Brasil, evidenciando a eficácia das iniciativas governamentais.

O 9º Prêmio Vivaleitura recebeu 1.848 inscrições, com projetos de diversas categorias, como bibliotecas públicas, escolas e práticas de leitura em espaços diversos. Os vencedores de cada categoria receberão R$ 50 mil, enquanto os projetos classificados entre o segundo e o quinto lugar ganharão R$ 15 mil cada, totalizando R$ 550 mil em premiações.

Entre as iniciativas premiadas, destacam-se o Projeto Moara, que fortalece bibliotecas na Amazônia, e o projeto Narrativas Subterrâneas, que incentiva a escrita de mulheres negras e periféricas. Essas ações não apenas reconhecem o trabalho feito em prol da leitura, mas também contribuem para a formação de leitores críticos e engajados.

O novo PNLL não se limita apenas à promoção da leitura, mas também visa fortalecer as bibliotecas públicas e comunitárias, além de integrar ações educacionais e culturais. Historicamente, o Brasil viu um aumento no índice de leitura de 1,8 para 4,7 livros por habitante ao ano, e a expectativa é que esse número cresça ainda mais até 2035.

Com essas ações, o governo busca transformar o cenário literário do país, democratizando o acesso à leitura e promovendo uma cultura mais inclusiva. Em um momento em que a educação e a cultura são fundamentais para o desenvolvimento social, as iniciativas de Lula e sua equipe representam um passo significativo rumo a um Brasil mais leitor.

Com informações da Agência Gov

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