Mpox no Brasil: Sintomas, transmissão e prevenção revelados

Por Redação
4 Min

Reacende o Alerta: Brasil Registra Novo Crescimento nos Casos de Mpox

Nas últimas semanas, o Brasil voltou a sentir o alerta vermelho quando o assunto é mpox, aquela infecção viral que antes era mais conhecida como “varíola dos macacos”. Segundo o Ministério da Saúde, já são 88 casos confirmados só neste ano, espalhados por várias regiões do país, incluindo São Paulo, Rio de Janeiro, Rondônia, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraná e o Distrito Federal. Confira agora os detalhes e saiba como se proteger!

O que é a mpox e por que ela voltou à tona?

Você sabia que a mpox é causada por um vírus que faz parte da família Orthopoxvirus? Ele é bem relacionado ao vírus da varíola, mas, calma lá, não é o mesmo agente que causou a varíola humana. Além disso, a mpox costuma ser menos letal na maioria das formas que aparecem globalmente, o que é uma boa notícia, né?

Como ela se manifesta? Conheça os principais sinais

Geralmente, os sintomas aparecem entre 3 e 21 dias após a pessoa pegar o vírus, e podem durar algumas semanas. Confira agora os sinais mais comuns:

  1. Erupções na pele, com bolhas ou feridas, que podem surgir em qualquer parte do corpo, incluindo rosto, mãos, pés e regiões íntimas;
  2. Febre alta junto com aquele mal-estar que não dá trégua;
  3. Dores musculares e nas costas, aquela sensação de cansaço constante;
  4. Inchaço dos linfonodos, que deixam a gente com aquela sensação de íngua;
  5. Dor de cabeça, fadiga e dor de garganta — tudo junto e misturado.

Como a mpox se espalha? Entenda os modos de transmissão

Embora ainda não se saiba exatamente tudo sobre os reservatórios animais, a principal forma de transmissão atualmente é de pessoa para pessoa. Descubra como isso acontece:

  1. Contato direto com lesões na pele, fluidos corporais ou crostas de alguém infectado;
  2. Contato físico próximo e prolongado com quem apresenta sintomas;
  3. Contato com roupas, toalhas ou objetos pessoais contaminados;
  4. Gotículas respiratórias, especialmente em encontros muito próximos e duradouros.

Você sabia? A transmissão da mpox é diferente de vírus mais pegajosos como gripe ou covid-19

Especialistas reforçam que a transmissão do vírus da mpox é mais de contato físico direto e prolongado. Diferente dos vírus respiratórios mais agressivos, que se espalham pelo ar a longas distâncias, a mpox não costuma se espalhar assim. Ainda que seja contagiosa, ela não tem o mesmo padrão de disseminação aérea, o que é um ponto positivo na hora de se proteger.

Quer ficar de boa? Veja como se prevenir da mpox

Não vacilou na hora de se proteger? Então confira as dicas de ouro para evitar a contaminação:

  1. Lave as mãos com frequência, usando água e sabão;
  2. Evite contato físico próximo com quem estiver com sintomas;
  3. Não compartilhe roupas, toalhas ou objetos pessoais;
  4. Procure um médico ao notar os primeiros sinais ou sintomas suspeitos.

Tem esperança? Conheça os tratamentos disponíveis

Até o momento, não existe uma cura específica para todos os casos de mpox. Mas, olha só, antivirais como o tecovirimat estão sendo avaliados e podem ser usados em situações específicas, sempre sob orientação médica e seguindo os protocolos de saúde.

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