Salvador atinge o menor índice de infestação do Aedes aegypti em 16 anos

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© Pixabay

O Levantamento de Índice Rápido para Aedes aegypti (LIRAa) apontou que Salvador apresentou uma Infestação Predial (IIP) histórica, de 1,5%. O estudo realizado entre os dias 3 e 7 de janeiro deste ano mostra que a cada 100 imóveis visitados pelas equipes de saúde, aproximadamente um apresentou focos do mosquito.

O baixo índice registrado é atribuído a uma série de intervenções realizadas, como a mobilização e conscientização da população mediante a campanhas e ações educativas coordenadas pela Secretaria Municipal de Saúde, associado com a intensificação das atividades do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) e de mutirões de limpeza realizada em bairros prioritários.

“Passamos por um período desafiador durante a pandemia, já que suspendemos as inspeções domiciliares dos agentes de combate às endemias por conta do risco de transmissibilidade do Covid-19. No entanto, intensificamos o trabalho de enfrentamento ao Aedes com os mutirões nos bairros em parceria com a Limpurb. Isso ajudou a atingir o indicador estável na cidade. Vamos seguir com a intensificação das medidas para reduzir ainda mais esse indicador durante o verão”, pontuou Andréa Salvador, diretora de Vigilância à Saúde.

Algumas áreas localizadas nos bairros de Coutos e Vista Alegre registaram o maior percentual de infestação do mosquito da cidade com 7,6%, seguido das comunidades de Nazaré, Barroquinha, Saúde, São Joaquim e Macaúbas com 4,2%, e Bairro da Paz, Luís Anselmo e Cosme de Farias com 4,1%.

As comunidades do Matatu, Pitangueiras, Santo Agostinho e Vila Laura apresentaram o indicador com 0%, ou seja, nenhum foco foi identificado na região durante a realização do estudo.

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