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Bolsonaro: “Meu governo é um dos mais democráticos dos últimos anos”

Foto: Marcos Corrêa / Presidência da República / Divulgação

presidente Jair Bolsonaro (PSL) afirmou nesta terça-feira (5), durante cerimônia no salão nobre do Palácio do Planalto, em evento de comemoração aos 300 dias da atual gestão, que o seu governo é um dos mais democráticos dos últimos anos no Brasil.

Bolsonaro justificou a declaração dizendo que nunca defendeu que a internet tenha que ser “domada” embora se considere uma das maiores vítimas de fake news nas eleições do ano passado. Segundo ele, outros candidatos não sofreram com o problema ou “muito pouco”.

Foram eleitos como principais resultados pela Casa Civil “o combate ao crime, o combate à corrupção e a retomada do crescimento econômico”. O evento também contou com a divulgação de alguns atos promovidos pelo governo.

O governo ressaltou o resgate do patriotismo e ações como 13º da Bolsa Família, recuperação de rodovias, leilões de infraestrutura e projeto que facilita o porte de armas. A propaganda foi seguida de aplausos efusivos e gritos de “mito” para Bolsonaro. A plateia era formada majoritariamente por funcionários do governo e parlamentares aliados.

Presente no evento, o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni (DEM), defendeu a política adotada pelo Ministério das Relações Exteriores sob o comando de Ernesto Araújo e elogiou os colegas Damares Alves (Direitos Humanos) e Paulo Guedes (Economia).

Ele exaltou números positivos de safra agrícola, confiança de investidores no país, combate à criminalidade – “bandidos estão sendo tratados como bandidos” – e zero corrupção por parte do governo. Além disso, criticou a existência de uma “extrema imprensa”, ao seu ver, caracterizada por apontar eventuais erros ou criticar o governo, papel de jornalistas em países democráticos.

Na cerminônia Bolsonaro assinou os seguintes atos:

– Projeto de lei que dispõe sobre a desestatização da Eletrobras;

– Revogação de 257 decretos que “dificultam e burocratizam a vida das pessoas”;

– Revogação de 334 colegiados “inativos ou inoperantes”;

– Consolidação de 77 convenções da Organização Internacional do Trabalho;

– Ampliação do Profesp (Programa Forças no Esporte);

– Simplificação do zoneamento agrícola da cana de açúcar.

  1. Henrique Wolf
    Henrique Wolf Diz

    A MORTE DE MARIGHELLA, O IDEÓLOGO DO TERROR

    Em 1968, a partir das idéias de Marighella, se intensificam e aperfeiçoam os atos de terror e as tentativas de implantação da guerrilha urbana e rural.

    Em carta datada de 18/08/1967 a uma organização cubana, Marighella declarava abertamente seu apoio à revolução cubana e tomava a firme resolução de implantar a revolução comunista no Brasil. Em suas palavras:

    “…a única maneira de resolver os problemas do povo é a conquista do poder pela violência das massas, a destruição do aparelho burocrático e militar do Estado a serviço das classes dominantes e do imperialismo, e a sua substituição pelo povo armado.”

    Assim surgia no Brasil uma organização terrorista das mais atuantes e das mais sanguinárias tendo como um de seus líderes Carlos Marighella — a AÇÃO LIBERTADORA NACIONAL (ALN).

    Após confessarem que pertenciam ao grupo de Marighella, frei Ivo e o frei Fernando concordaram em marcar um encontro com o ex-deputado na Alameda Casa Branca, em São Paulo.

    Atraído a uma cilada pelos dois padres presos pela polícia e usados como isca, o ex-deputado comunista Carlos Marighella morreu metralhado pelo DOPS na noite de 4 de novembro de 1969, na esquina das Alamedas Lorena e Casa Branca, quando usava uma peruca castanha.

    Marighella não foi apanhado vivo porque seu esquema de segurança, também muito bem armado, reagiu imediatamente, obrigando os policiais a atirar com as metralhadoras”.

    O cel. Ustra seria um, dentre muitos, a combater o terror que começava a ser implantado no Brasil. Nas palavras dele próprio: “não esperava que seria um dia injuriado e caluniado por ter cumprido com o meu dever, lutando em uma guerra perigosa e suja, contra inimigos desconhecidos, militarmente treinados e dispostos a tudo, para implantar, no Brasil, uma ditadura de esquerda.”

    Fonte: Carlos Alberto Brilhante Ustra. Rompendo o Silêncio.

  2. Valentina Ventura Alburque
    Valentina Ventura Alburque Diz

    Vai achando

  3. Ykaro Cairo
    Ykaro Cairo Diz

    Miliciano levou 39 quilos de pasta base de cocaína à Espanha.

    1. Roque Silva
      Roque Silva Diz
    2. Roque Silva
      Roque Silva Diz
  4. Diego Fiuza
    Diego Fiuza Diz

    Belas palavras; só perde para o silêncio.

  5. Jean Moreira
    Jean Moreira Diz

    Kkkkkk

  6. Lyndy Oliveira
    Lyndy Oliveira Diz

    Kkkk só que não.

  7. Juliana Oliveira
    Juliana Oliveira Diz

    kkkk, doente mental

  8. Waldir Rangel
    Waldir Rangel Diz

    CAMISA DE FORÇA NELE !

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