Rui Costa (PT), ex-governador da Bahia, expressou suas críticas ao grupo político liderado por ACM Neto (União Brasil) durante um evento realizado em Ipirá neste sábado (11). Ele afirmou que não percebe qualquer ameaça eleitoral no atual cenário político. O ex-governador enfatizou que a disputa deverá ser decidida com base no histórico das gestões, afirmando: “De jeito nenhum. O que nós queremos é comparar. Comparar o que eles fizeram pela Bahia, o que eles fizeram para Salvador e o que nós fizemos. Com a comparação, o povo vai decidir”.
Na avaliação de Rui Costa, a força de seu adversário diminuiu em relação à eleição anterior. Ele declarou: “É tão grande a diferença que não há receio. Eles estão muito mais fracos nesta eleição do que estavam no passado. Ele começou com 70%, e isso atraiu muita gente. Dessa vez não. Ele perdeu muita gente, está muito mais fraco e nós vamos ganhar a eleição”. A confiança demonstrada pelo ex-ministro reflete a estratégia do Partido dos Trabalhadores (PT) em destacar suas realizações em contraste com a oposição.
Enquanto isso, do lado governista, as articulações para as eleições de 2026 já estão em andamento. O atual governador Jerônimo Rodrigues (PT) parece estar se preparando para buscar a reeleição, possivelmente com Geraldo Júnior (MDB) como seu vice. O cenário político também inclui nomes como Jaques Wagner e o próprio Rui Costa, ambos cotados como pré-candidatos ao Senado. Essa configuração sugere uma mobilização intensa do PT para consolidar sua base e ampliar sua influência na política baiana.
Dessa forma, a disputa eleitoral se delineia como um embate não apenas de candidatos, mas também de propostas e realizações. O foco na comparação das gestões, conforme destacado por Rui Costa, indica que o PT pretende utilizar seu histórico como uma arma poderosa contra a oposição. A expectativa é que, com a mobilização das forças aliadas e a análise crítica das gestões anteriores, o partido possa reforçar sua posição nas próximas eleições.

