O governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), deixará oficialmente o cargo neste domingo (22), em meio a intensas articulações para as eleições de 2026.
A cerimônia de despedida ocorrerá na Assembleia Legislativa de Minas Gerais, onde o vice-governador Mateus Simões (PSD) assumirá a liderança do estado. A transição de poder marca um novo capítulo na política mineira.
Zema já expressou seu interesse em se candidatar à Presidência da República, embora ainda não tenha confirmado qual cargo pretende buscar. Nos bastidores políticos, aliados reconhecem as dificuldades que ele enfrenta para viabilizar uma candidatura ao Palácio do Planalto, o que levanta questões sobre sua estratégia futura.
Pesquisas recentes revelam que o governador apresenta uma baixa competitividade em nível nacional. Ele aparece atrás de nomes mais conhecidos, como o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL), o que pode prejudicar suas ambições políticas.
Entre os principais desafios que Zema enfrenta estão sua limitada projeção fora de Minas Gerais e o reduzido reconhecimento entre os eleitores de outras regiões do país. Essa situação levanta preocupações sobre a viabilidade de sua candidatura e a capacidade de angariar apoio fora de seu estado natal.

