A manifestação convocada pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) para o dia 1º de março, na Avenida Paulista, em São Paulo, promete reunir uma comitiva significativa de lideranças bolsonaristas oriundas da Bahia. O evento é considerado crucial para os grupos que apoiam o ex-presidente Jair Bolsonaro e deve atrair a atenção de diversos segmentos políticos.
Entre os nomes já confirmados para comparecer à manifestação estão o presidente estadual do PL na Bahia, João Roma, e a deputada federal Roberta Roma, ambos do mesmo partido. Também marcarão presença o deputado federal Capitão Alden e outros parlamentares estaduais alinhados com o bolsonarismo na Assembleia Legislativa da Bahia. A mobilização envolve, portanto, figuras de destaque que buscam fortalecer a presença da direita no cenário político nacional.
A manifestação ganhou projeção em todo o Brasil após o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), anunciar que estaria entre os participantes. Zema, em seu discurso, intensificou as críticas direcionadas aos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), o que gerou repercussão e atraiu a atenção da mídia. A pauta central do protesto inclui não apenas críticas ao STF, mas também pedidos de impeachment de ministros e questionamentos em relação ao governo federal, evidenciando um clima de insatisfação entre os manifestantes.
Para as lideranças baianas que se identificam com a direita, a manifestação é encarada como um momento estratégico para reafirmar suas posições políticas e para promover um alinhamento nacional entre os grupos conservadores. A expectativa é que o evento sirva como uma plataforma para discutir diretrizes e articular estratégias visando as eleições de 2026, um prazo que se aproxima rapidamente e que exige planejamento e coesão entre as forças de direita.
Além disso, a mobilização na Avenida Paulista deverá ser um espaço para a troca de ideias entre os participantes, permitindo que as lideranças compartilhem suas visões sobre o futuro político do Brasil. Essa interação pode contribuir para o fortalecimento da base bolsonarista e para a formação de alianças estratégicas que visam consolidar o apoio ao conservadorismo no país.
Portanto, a manifestação marcada para o dia 1º de março não é apenas um evento isolado, mas sim uma etapa importante na trajetória política das lideranças bolsonaristas, que buscam reafirmar sua relevância no cenário nacional. Com a presença de figuras influentes e uma pauta que ressoa com o sentimento de insatisfação popular, os organizadores esperam que a mobilização não apenas atraia um grande público, mas também gere um impacto duradouro nas discussões políticas que se desenvolverão nos próximos anos.

