Na última quarta-feira (18), o presidente do PL na Bahia e ex-ministro da Cidadania, João Roma, reagiu com ironia ao rebaixamento da escola de samba que homenageou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante o Carnaval do Rio de Janeiro. Para Roma, o resultado da competição é um “recado claro”, evidenciando que “o PT está tão mal com o povo que até foi rebaixado no Carnaval”.
A escola de samba Acadêmicos de Niterói, que escolheu um enredo em louvor ao presidente, obteve a última colocação, resultando em seu rebaixamento do grupo especial do Carnaval carioca. “Esse resultado é simbólico. Eles tentaram transformar o Carnaval em um palanque político, exaltando o PT e atacando adversários, e receberam uma resposta da sociedade. É mais uma evidência de que o PT enfrenta uma grande rejeição popular, a ponto de ser rebaixado até no Carnaval”, afirmou Roma.
De acordo com o dirigente do PL, o desfile ultrapassou os limites da manifestação cultural e adentrou o terreno da provocação ideológica. “O povo condenou esse desfile. Foi uma apresentação que atacou a fé cristã, zombou de um ex-presidente, Jair Bolsonaro, que está preso injustamente e desrespeitou milhões de brasileiros que têm opiniões diferentes. O Carnaval é uma festa do povo, não deve ser usado como um instrumento de militância partidária”, disse.
João Roma também criticou o que chamou de “exaltação dos desmandos petistas”. “Não é aceitável transformar corrupção em heroísmo ou vender uma narrativa que ignora os escândalos que marcaram a história do PT. O Brasil conhece bem essa história”, declarou.
Para João Roma, o episódio destaca ainda mais o desgaste político do PT. “O rebaixamento é simbólico, pois demonstra que a sociedade está cansada de ver tudo se transformar em propaganda política. O Brasil anseia por respeito à institucionalidade e responsabilidade. A população não deseja mais divisão nem manipulação cultural”, concluiu.


