O presidente do PL na Bahia e ex-ministro da Cidadania, João Roma, comentou nesta quarta-feira (11) os dados da mais recente pesquisa da Quaest. O levantamento revela que o senador Flávio Bolsonaro apresenta um crescimento constante nas intenções de voto para a eleição presidencial de 2026, enquanto a rejeição ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva permanece alta.
De acordo com a pesquisa, em um possível segundo turno entre Lula e Flávio Bolsonaro, o senador se aproxima do atual presidente nas intenções de voto. Essa trend de crescimento e consolidação no cenário nacional, segundo Roma, reforça a força do campo político alinhado ao ex-presidente Jair Bolsonaro.
“Os dados da pesquisa são claros: Flávio Bolsonaro já se consolidou e continua a crescer. Seu desempenho reflete o desejo de milhões de brasileiros que anseiam por mudanças e que não se identificam com o atual projeto governamental. Além disso, esses números transmitem uma mensagem da população sobre as injustiças e a perseguição política vivenciadas por Bolsonaro”, afirmou João Roma.
Outro aspecto relevante da pesquisa é a avaliação do governo federal. Segundo a Quaest, 49% dos brasileiros desaprovam o governo Lula, enquanto 45% o aprovam. Para Roma, esse cenário de maior rejeição em relação à aprovação do presidente indica um desgaste significativo da gestão e um aumento da insatisfação popular.
“Esses números refletem a realidade que a população enfrenta. Um governo que não proporciona respostas claras e enfrenta desafios em questões essenciais naturalmente vê sua avaliação despencar. A desaprovação superior à aprovação de Lula mostra que o país demanda respostas efetivas, e não um modelo que parece repetir os erros do passado, contribuindo para o retrocesso econômico que estamos presenciando”, disse.
“O Brasil atravessa um período de insatisfação. A população deseja ver seu poder de compra respeitado, segurança pública efetiva, oportunidades econômicas e respostas concretas. Quando essas necessidades não são atendidas pelas ações governamentais, a reação natural é buscar alternativas que simbolizem mudança. Isso é o que se observa com Flávio Bolsonaro”, complementou.
João Roma também conectou a resposta positiva ao nome de Flávio Bolsonaro à maneira como o ex-presidente Jair Bolsonaro tem sido tratado nos últimos anos, especialmente em relação a decisões judiciais e processos que, segundo ele, configuram injustiças e perseguições políticas.
“O crescimento de Flávio não é casual. Ele representa o legado de um projeto que mobilizou milhões de brasileiros e que, mesmo diante de injustiças claras contra seu principal protagonista, Jair Bolsonaro, mantém-se forte. Isso demonstra que o eleitorado está atento e reage quando percebe a perseguição implacável a que Bolsonaro está sendo submetido”, concluiu.

