João Roma, presidente do PL na Bahia e ex-ministro da Cidadania, denunciou na última terça-feira (27) um estado de constrangimento institucional que afeta prefeitos e empresários na Bahia. Em sua análise, ele afirmou que a situação é marcada por entraves administrativos e práticas que, segundo ele, vão além dos limites da normalidade democrática.
Durante uma entrevista concedida à CBN Salvador, Roma destacou que os gestores municipais enfrentam uma série de pressões que comprometem a autonomia das prefeituras e dificultam a rotina administrativa. Apesar das declarações contundentes, o dirigente partidário não apresentou provas concretas para embasar suas críticas, o que levantou questionamentos sobre a veracidade de suas afirmações.
“Atualmente, muitos prefeitos se sentem constrangidos e amedrontados. Existe uma engrenagem que cria obstáculos, desde a liberação de documentos até as atividades cotidianas da gestão”, revelou Roma.
O ex-ministro também criticou o excesso de burocracia imposto pelo governo estadual, ressaltando que isso tem um impacto direto nas administrações locais e no setor produtivo. “A carga burocrática é extremamente pesada, tanto para as prefeituras quanto para os empreendedores”, afirmou.
Além disso, Roma sugeriu que o ambiente institucional favorece grupos politicamente alinhados à gestão estadual. “É possível observar empresários próximos ao governo recebendo facilidades, enquanto outros enfrentam um percurso que parece ser persecutório”, declarou, novamente sem apresentar evidências concretas para sustentar suas alegações.

