João Roma responde a Rui Costa e diz que PT não tem moral em segurança pública

Por Redação
3 Min

O presidente do PL na Bahia e ex-ministro da Cidadania, João Roma, respondeu nesta segunda-feira (19) às recentes declarações do ministro Rui Costa, que associou o fenômeno do “bolsonarismo” à formação de uma “cultura de arma” no Brasil, sugerindo uma ligação entre essa situação e o aumento dos casos de violência, incluindo a violência de gênero.

Para Roma, as palavras do ministro petista não apenas soam incongruentes, mas também evidenciam uma tentativa de desviar a atenção de problemas reais de segurança pública. Segundo ele, a insegurança é fruto de décadas de administração do PT, tanto em nível federal quanto, especialmente, na Bahia.

“É uma incoerência e uma grande hipocrisia ouvir o PT falar sobre ‘cultura de arma’ ou atribuir responsabilidades de segurança pública a terceiros. O PT é o mesmo partido que governa a Bahia há mais de 20 anos e que deixou o estado à mercê da criminalidade, do domínio de facções e da insegurança diária. Eles perderam a credibilidade para apontar culpados, pois sua própria gestão falhou em proteger a população”, declarou Roma.

Ele enfatizou que durante o governo de Jair Bolsonaro, o Brasil presenciou reduções históricas na taxa de homicídios e outros indicadores positivos, desafiando assim a narrativa apresentada por Rui Costa. A crítica se estendeu à forma como o ministro abordou a questão da violência, sem reconhecer a situação alarmante que a Bahia enfrenta, que se destaca por ter uma das maiores taxas de homicídios do país, além de índices elevados de criminalidade e a presença contínua de facções que impõem “pedágios” e ameaçam comunidades inteiras. Para Roma, essa realidade foi acentuada após anos de governo petista no estado.

“É quase inacreditável que o ministro Rui Costa tenha a audácia de dar lições de moral sobre segurança pública, especialmente considerando que ele foi governador de um estado onde a população vive sob a constante ameaça da violência. A Bahia continua enfrentando um quadro de insegurança inaceitável, dominada por facções e sem respostas efetivas das administrações que estiveram à frente do estado por tantas décadas”, afirmou.

João Roma também contestou as acusações genéricas que tentam vincular o bolsonarismo ao aumento da violência de gênero, considerando-as infundadas. Ele mencionou que, em 2024, sob a gestão do presidente Lula, o Brasil registrou um aumento nos casos de violência contra a mulher. “Se o ministro deseja discutir segurança, que apresente ações efetivas, dados consistentes e resultados que transcendam meros slogans e acusações enganosas”, enfatizou.

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