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Deputada Roberta Roma denuncia agressão a caminhoneira em protesto indígena

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A deputada federal Roberta Roma (PL-BA) enviou um ofício ao Ministério Público da Bahia (MP-BA) solicitando a investigação de um incidente de violência que ocorreu no extremo-sul do estado, durante uma manifestação organizada por indígenas da região.

Segundo o documento encaminhado ao órgão ministerial, uma caminhoneira identificada como Elaine Tschaen foi alvo de agressões físicas e morais enquanto desempenhava suas funções profissionais. Relatos obtidos pela parlamentar apontam que o caminhão dirigido pela motorista foi interceptado por manifestantes, que teriam danificado o veículo e agredido a profissional, além de a terem constrangido e ameaçado.

A deputada ressaltou a importância do direito constitucional à livre manifestação, mas enfatizou que é “inaceitável que tais atos ultrapassem os limites da legalidade, utilizando-se da força e da coação, especialmente contra cidadãos que não possuem qualquer relação direta com o objeto do protesto”. Essa declaração evidencia a preocupação da parlamentar com o respeito aos direitos individuais, mesmo em contextos de mobilização social.

No ofício, Roberta Roma pede ao Ministério Público que adote medidas para investigar os responsáveis pelo ataque, assegurando proteção à vítima e evitando a repetição de episódios semelhantes. A deputada também solicita a atuação dos órgãos de segurança pública nesse sentido, para que ações de violência não se tornem comuns em manifestações.

Ao final do pedido, a parlamentar reforça a necessidade de “assegurar a ordem, a civilidade e o respeito mútuo entre as partes envolvidas”. Essas palavras indicam um apelo à convivência pacífica e ao diálogo, fundamentais para a construção de uma sociedade mais justa.

Até o momento, o Ministério Público não se manifestou oficialmente sobre a situação reportada. A expectativa é de que o órgão inicie uma investigação detalhada, contribuindo para a responsabilização dos envolvidos e promovendo um ambiente onde a liberdade de expressão seja exercida sem violência ou intimidação.

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