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Erundina deixa UTI e recebe visita de Lula no quarto

Por Redação
5 Min

A deputada federal Luiza Erundina (PSol-SP), de 89 anos, foi transferida para o quarto do Hospital Sírio Libanês após deixar a Unidade de Terapia Intensiva (UTI), conforme informado pela assessoria da parlamentar nesta sexta-feira (7).

Erundina passou mal na Câmara dos Deputados na última quarta-feira (5) e foi internada no hospital em Brasília. Na ocasião, ela participava da sessão que analisava o projeto que visa obrigar o Estado brasileiro a identificar publicamente os locais onde ocorreram a repressão política durante a ditadura civil-militar que governou o país de 1964 a 1985.

A parlamentar fez um discurso de seis minutos em apoio à matéria, da qual é relatora, durante a Comissão de Direitos Humanos da Câmara, antes de passar mal e ser removida do local. Erundina está em seu sexto mandato, com atuação marcada pela defesa da verdade sobre a ditadura, dos direitos humanos e do direito à comunicação.

Após ser transferida para o quarto comum, a deputada recebeu a visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Nas redes sociais, Lula postou uma foto beijando a testa de Erundina, acompanhado da primeira-dama, Janja Lula da Silva, e do ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha.

“O retorno do respeito à democracia e de um ambiente civilizado na política é fundamental para combatermos juntos o discurso e práticas de ódio de poucos”, escreveu o presidente nas redes sociais.

A deputada federal Luiza Erundina, de 89 anos, foi transferida para o quarto do Hospital Sírio Libanês após deixar a Unidade de Terapia Intensiva (UTI), conforme informado pela assessoria da parlamentar nesta sexta-feira (7).

Erundina passou mal na Câmara dos Deputados na última quarta-feira (5) e foi internada no hospital em Brasília. Na ocasião, ela participava da sessão que analisava o projeto que visa obrigar o Estado brasileiro a identificar publicamente os locais onde ocorreram a repressão política durante a ditadura civil-militar que governou o país de 1964 a 1985.

A parlamentar fez um discurso de seis minutos em apoio à matéria, da qual é relatora, durante a Comissão de Direitos Humanos da Câmara, antes de passar mal e ser removida do local. Erundina está em seu sexto mandato, com atuação marcada pela defesa da verdade sobre a ditadura, dos direitos humanos e do direito à comunicação.

Após ser transferida para o quarto comum, a deputada recebeu a visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Nas redes sociais, Lula postou uma foto beijando a testa de Erundina, acompanhado da primeira-dama, Janja Lula da Silva, e do ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha.

“O retorno do respeito à democracia e de um ambiente civilizado na política é fundamental para combatermos juntos o discurso e práticas de ódio de poucos”, escreveu o presidente nas redes sociais.

A deputada federal Luiza Erundina, de 89 anos, foi transferida para o quarto do Hospital Sírio Libanês após deixar a Unidade de Terapia Intensiva (UTI), conforme informado pela assessoria da parlamentar nesta sexta-feira (7).

Erundina passou mal na Câmara dos Deputados na última quarta-feira (5) e foi internada no hospital em Brasília. Na ocasião, ela participava da sessão que analisava o projeto que visa obrigar o Estado brasileiro a identificar publicamente os locais onde ocorreram a repressão política durante a ditadura civil-militar que governou o país de 1964 a 1985.

A parlamentar fez um discurso de seis minutos em apoio à matéria, da qual é relatora, durante a Comissão de Direitos Humanos da Câmara, antes de passar mal e ser removida do local. Erundina está em seu sexto mandato, com atuação marcada pela defesa da verdade sobre a ditadura, dos direitos humanos e do direito à comunicação.

Após ser transferida para o quarto comum, a deputada recebeu a visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Nas redes sociais, Lula postou uma foto beijando a testa de Erundina, acompanhado da primeira-dama, Janja Lula da Silva, e do ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha.

“O retorno do respeito à democracia e de um ambiente civilizado na política é fundamental para combatermos juntos o discurso e práticas de ódio de poucos”, escreveu o presidente nas redes sociais.

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