TSE inicia julgamento de recurso contra absolvição de Moro.

Por Redação
3 Min

Os recursos contra a decisão que absolveu o senador Sergio Moro (União Brasil-PR) começam a ser julgados nesta quinta-feira (16) pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O tema também estará na pauta de julgamentos da terça-feira seguinte (21).

De acordo com o portal G1, a Corte Eleitoral vai avaliar recursos apresentados pelo PL e pela Federação Brasil da Esperança (que reúne PT, PCdoB e PV) contra a decisão do Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR). Foram rejeitadas as acusações de abuso de poder econômico, caixa dois e uso indevido dos meios de comunicação.

Além de Moro, também são alvo das ações os dois suplentes da chapa: Luis Felipe Cunha e Ricardo Augusto Guerra.

Ao recorrer ao TSE, o partido e a federação reforçaram acusações de irregularidades nos gastos de campanha e nos repasses de recursos do Fundo Partidário e do Fundo Eleitoral.

A defesa do parlamentar negou atos ilícitos e pediu a manutenção da decisão do tribunal no Paraná.

No julgamento que absolveu o senador Sergio Moro, a decisão está sendo contestada por meio de recursos que estão sendo julgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a partir desta quinta-feira (16). O caso está sendo acompanhado de perto e será novamente discutido na pauta de julgamentos da terça-feira seguinte (21).

Conforme reportagem do portal G1, os recursos em questão foram apresentados pelo PL e pela Federação Brasil da Esperança, que é composta por PT, PCdoB e PV, contra a decisão do Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR). As acusações de abuso de poder econômico, caixa dois e uso indevido dos meios de comunicação foram rejeitadas no julgamento anterior.

Além do senador Moro, os dois suplentes da chapa, Luis Felipe Cunha e Ricardo Augusto Guerra, também estão sendo alvo das ações que estão sendo julgadas.

Ao recorrer ao TSE, o partido e a federação reforçaram as acusações de irregularidades nos gastos de campanha e nos repasses de recursos do Fundo Partidário e do Fundo Eleitoral. A defesa do parlamentar negou qualquer ato ilícito e solicitou a manutenção da decisão do tribunal no Paraná.

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