Furtos de mel e colmeias comprometem apicultura na Bacia do Jacuípe

Por Redação
2 Min

Aumentam furtos de mel e colmeias na Bacia do Jacuípe

A apicultura na Bacia do Jacuípe enfrenta um aumento nos furtos de mel, colmeias e equipamentos. Produtores locais relatam prejuízos econômicos e ambientais significativos. Os crimes se intensificaram especialmente nos últimos meses.

Ocorrências foram registradas em diversos municípios, incluindo Serrolândia, Várzea do Poço, Capim Grosso, Quixabeira, São José do Jacuípe e Gavião. Além do furto do mel, os criminosos têm destruído colmeias, queimado caixas e até envenenado as abelhas, comprometendo a produção.

Os apicultores afirmam que os furtos não são aleatórios. Um produtor comentou que os ladrões agiram a menos de 200 metros de sua casa. Outro relatou que, além do roubo, houve incêndio nas caixas de mel. Há denúncias de uso de substâncias químicas para matar as abelhas antes da retirada do produto, como relatado por um apicultor ao site Ian Notícias.

Levantamentos indicam pelo menos 23 casos recentes na região, podendo este número ser maior devido à subnotificação. Quixabeira registra o maior número de ocorrências, com oito casos, seguida por São José do Jacuípe, com seis, e Capim Grosso, com quatro registros confirmados.

Produtores suspeitam que os responsáveis pelos crimes possuam conhecimento técnico em apicultura, considerando que o manejo requer equipamentos específicos, como fumigadores e vestimentas adequadas. No entanto, a retirada do mel ocorre de forma irregular, com o uso de fumaça inadequada e produtos químicos, representando riscos à saúde do consumidor e configurando crime ambiental.

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