Polícia abate líder miliciano em confronto no Rio.

Por Redação
2 Min

A Polícia Civil do Rio de Janeiro informou que o miliciano Rui Paulo Gonçalves, conhecido como “Pipito”, foi morto nesta sexta-feira (7) durante um confronto com policiais civis da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas e Inquéritos Especiais (Draco), com o apoio da Subsecretaria de Inteligência (Ssinte).

De acordo com as informações divulgadas, Pipito era apontado como sucessor de Luiz Antônio da Silva Braga, o Zinho, que se entregou no dia 24 de dezembro do ano passado na sede da Superintendência da Polícia Federal, na Praça Mauá, zona portuária do Rio. Ele foi localizado na Favela do Rodo, em Santa Cruz, zona oeste do Rio, e vinha sendo monitorado pela inteligência da Polícia Civil há alguns meses. Rui Paulo estava escondido em uma casa na comunidade e contava com a proteção de dois seguranças.

Durante a ação, Pipito foi baleado e levado para um hospital da região, porém não resistiu aos ferimentos. Os dois seguranças também acabaram feridos, mas não foi informado o estado de saúde deles. O governador Cláudio Castro comentou a morte do miliciano nas redes sociais, destacando o trabalho da Polícia Civil no combate ao crime.

Segundo o secretário de Polícia Civil, delegado Marcus Amim, a ação desta sexta-feira demonstra que o Estado é quem manda no Rio de Janeiro. Ele afirmou que qualquer criminoso que tente dominar territórios e subjugar a população será alvo da Polícia Civil.

A Polícia Civil informou em nota que Pipito reagiu à prisão, atacando os agentes no momento da abordagem. Além dele, outros dois milicianos ficaram feridos e precisaram de socorro. Ambos eram seguranças de Pipito, estavam armados e um deles possuía um mandado de prisão pendente.

As informações foram divulgadas pela Agência Brasil.

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