Brasileiro na Ucrânia busca adrenalina: fome, perdas e trauma ao retornar

Por Redação
3 Min

Redney Miranda: O baiano que foi parar na guerra da Ucrânia por adrenalina e vontade de viver uma experiência militar

Da Bahia para o front: uma decisão radical

Você sabia que um baiano chamado Redney Miranda decidiu embarcar na aventura de lutar na Ucrânia? O motivo? Uma mistura de desejo por adrenalina, vontade de experimentar o universo militar e uma pitada de coragem. Mas, calma lá, a história dele não é só de glória e bravura — ela revela uma realidade dura e cheia de desafios.

Um plano de um mês que virou quase seis meses de batalha

Imagina só, Redney entrou na guerra pensando em ficar apenas um mês. Mas a rotina no campo de batalha foi tão intensa que ele acabou permanecendo cerca de 172 dias na linha de frente. Quase seis meses de uma experiência que mudou sua vida para sempre.

Sobrevivendo às condições mais extremas

Sem nenhuma experiência militar anterior, Redney enfrentou uma verdadeira batalha pela sobrevivência. Confira agora alguns detalhes dessa rotina de guerra:

  1. Comida de guerra: a alimentação era basicamente ração militar, e muitas vezes ele passou dias sem uma refeição adequada.
  2. Perda de peso: ao retornar ao Brasil, Redney revelou que perdeu cerca de 28 quilos durante o combate.
  3. Ferimentos e perdas: ele foi atingido por estilhaços de granada e presenciou a morte de 17 companheiros, incluindo um amigo brasileiro conhecido como Wagner, o “Braddock”.

O lado sombrio do conflito: medo, perdas e resistência

Você sabia que, além das dificuldades físicas, Redney enfrentou momentos de tensão até conseguir sair do país? Ele contou que houve resistência até mesmo dentro do próprio grupo armado, dificultando sua saída da zona de guerra. O medo constante e a perda de colegas tornaram tudo ainda mais pesado.

Depois da guerra: uma luta por recuperação

De volta ao Brasil, Redney tenta se recompor física e emocionalmente. A história dele reacende o debate sobre brasileiros que decidem participar de conflitos internacionais por motivos pessoais, arriscando suas vidas por uma experiência única — e muitas vezes, perigosa.

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