Groenlândia em jogo: Trump avalia compra sem força, revela Casa Branca

Por Redação
3 Min

Donald Trump de Olho na Groenlândia: Será que os EUA estão de fato pensando em comprar a ilha?

Olha só, a história por trás do possível negócio

Você sabia que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, está considerando uma jogada ousada? Segundo informações da Casa Branca, ele e sua equipe de governo estão avaliando de forma bem ativa a possibilidade de adquirir a Groenlândia, aquele território gigante que pertence à Dinamarca. E, calma aí, nada de invasão ou coisa do tipo! A ideia é negociar, na boa, como quem troca figurinhas.

O que dizem as autoridades?

Após o secretário de Estado, Marco Rubio, afirmar que o presidente quer mesmo é negociar e não invadir, a Casa Branca reforçou que a intenção é pacífica. A previsão é que haja uma reunião com representantes do governo dinamarquês na próxima semana para discutir o tema. Confira agora os pontos principais dessa história:

  1. Donald Trump está avaliando a possibilidade de comprar a Groenlândia.
  2. A Casa Branca garante que não há planos de usar força militar para isso.
  3. O objetivo principal é fortalecer a influência dos EUA na região do Ártico, onde há muitos recursos naturais.
  4. Uma reunião com a Dinamarca está marcada para a próxima semana para discutir o assunto.
  5. Trump acredita que a aquisição ajudaria a conter a influência da Rússia e da China na região.

Por que a Groenlândia é tão estratégica assim?

Se você ainda não sabe, a Groenlândia é uma ilha gigantesca, cheia de recursos valiosos, como minerais e petróleo. Além disso, ela fica numa posição privilegiada no Ártico, uma área que vem ganhando destaque por causa do aumento das atividades de exploração e rotas de navegação. Então, para os EUA, controlar essa região poderia ser uma jogada de mestre na disputa por poder e recursos.

O que o presidente pensa?

Segundo a porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, Donald Trump está considerando essa ideia com seriedade, porque acredita que isso atende aos interesses estratégicos do país. Ele quer evitar que rivais, especialmente Rússia e China, aumentem sua influência na região do Ártico. E tudo isso, claro, sem deixar de lado a possibilidade de negociar com a Dinamarca, de forma pacífica e diplomática.

Vai rolar força ou só conversa?

Se você tava pensando em uma invasão ou algo do tipo, pode ficar tranquilo. A porta-voz deixou claro que o cenário militar não está na mesa por enquanto. Mas, como em política, tudo ainda pode mudar, e todas as opções continuam sendo consideradas, inclusive as mais radicais.

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