O diretor de futebol do Bahia, Cadu Santoro, fez comentários sobre os bastidores da saída do meia Cauly, que foi emprestado ao São Paulo no início desta temporada. Santoro destacou que a negociação ocorreu em grande parte devido ao desejo do jogador em buscar novos desafios em sua carreira.
Em uma entrevista concedida ao programa Bar Futebol Clube, o dirigente recordou o desempenho notável de Cauly em 2023 e revelou que, apesar de ter recebido sondagens e propostas de diferentes clubes, a direção do Bahia decidiu mantê-lo no elenco durante aquele período.
“Em 2023, eu considero que Cauly teve uma temporada excepcional. Recebemos duas propostas de clubes, mas muitos outros times também demonstraram interesse em saber se o Bahia estaria disposto a vendê-lo. Assim, optamos por não realizar a venda naquele momento, principalmente porque já estávamos contando com a chegada do Everton. Se tivéssemos vendido Cauly naquele instante, não nos posicionaríamos bem no mercado”, explicou.
O acordo firmado entre os clubes estipula um empréstimo até o final da temporada, com obrigação de compra ao término do contrato. O Bahia recebeu aproximadamente R$ 3,1 milhões de forma imediata, somando um montante total que pode alcançar até R$ 22,2 milhões, caso as metas estabelecidas sejam cumpridas.
