Decreto suspende aulas por 30 dias para conter coronavírus em Candeias

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Foto: Candeias Mix

A Prefeitura de Candeias determinou a suspensão por 30 dias, as aulas rede municipal de ensino, como medida emergencial para conter o avanço do coronavírus a partir desta quinta-feira (19). Segundo o decreto publicado nesta terça-feira (17), o prazo pode ser prorrogado em caso de mudança no cenário epidemiológico. A medida deve atingir cerca de 5 mil alunos da rede.

Nesta segunda-feira (16), o Poder Executivo Municipal publicou um decreto com diversas medidas para combater a Covid-19. As ações incluem a suspensão por 30 dias de eventos coletivos para público igual ou superior a 50 pessoas, realizados por órgãos ou entidades da Administração Pública, a suspensão por tempo indeterminado das atividades esportivas coletivas nos ginásios, praças, campos de futebol e outros espaços públicos do município.

Segundo o decreto, o transportes de massa (ônibus, táxis, vans, transportes de cooperativas e afins) deverão ser higienizados diariamente.

Outra medida do decreto determinou a suspensão de férias e licenças de profissionais da saúde.

NOVOS CASOS

No boletim divulgado nesta terça-feira, a Secretaria de Saúde do Estado (Sesab) confirmou mais um caso de coronavírus na Bahia. O 14º caso foi registrado em Salvador. O paciente é um homem de 72 anos que viajou para São Paulo. Segundo a Sesab, ele está em isolamento domiciliar, adotando as medidas de precaução respiratória e de contato.

A Bahia registrou 671 casos notificados com suspeita clínica de infecção pelo novo coronavírus, com casos em Salvador (5), Feira de Santana (5), Porto Seguro (3) e Prado (1). Outros 252 foram descartados e 405 aguardam análise laboratorial.

De acordo com o secretário da Saúde do Estado da Bahia, Fábio Vilas-Boas, “até o momento, todos os casos confirmados no estado foram importados ou possuem transmissão familiar, o que é uma situação diferente da encontrada em São Paulo, onde já existe transmissão comunitária, assim chamada quando as equipes de vigilância não conseguem mais mapear a cadeia de infecção, não sabendo quem foi o primeiro paciente responsável pela contaminação dos demais”, afirma.

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